agosto 25th, 2010 by matheus
Ídolos. Tenho vários ídolos. Principalmente musicais. E esses são fáceis de encaixar na vida: você simplesmente os ouve. Os músicos são vários, mas acho que o maior entre eles é, para mim, Matthew Bellamy, o vocalista/guitarrista/pianista/lirista da banda Muse.
Adoro não só o trabalho dele, mas o seu jeito, suas roupas malucas, sua ação ao vivo. É com certeza um grande astro. Outros dignos de nota são os membros do Led Zeppelin, Metallica, Ozzy Ousborne, AC/DC e toda essa galera do Rock Clássico.
É na atitude de roqueiro que ele se diferencia das pessoas mais “normais” e a sua influência é importante não só no mundo da música, mas nos ideais de algumas pessoas.
Fora do mundo da música, um dos meus grandes ídolos é J. R. R. Tolkien, escritor de O Senhor dos Anéis e vários outros. Um grande trabalho de criatividade e dedicação que criou um universo pelo qual eu sou fascinado (outro dos meus sonhos é aprender a língua élfica, uma das sete que o autor criou para a série).
Claro que, além de todo o talento como escritor, ele tem trabalhos acadêmicos fantásticos, pelos quais eu não me interesso muito. Outros escritores de que gosto são George Orwell e Dan Brown. Mas a influência, fora a cultural, é pouca.
A última leva de ídolos é um pouco diferente. Mas são os melhores ídolos que existem, porque eles não existem! Quem nunca foi fã de um super-herói ou de um personagem?
Meus ídolos dessa leva vêm das coisas que eu jogo ou assisto, e são vários. São desde o Brian Griffin, de Family Guy, até o famoso Kratos, filho de Zeus, de God of War.
E esses são os ídolos que eu acredito não terem muita influência sobre a minha personalidade. Ou será que eles acabam me influenciando mais do que eu imagino?
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agosto 12th, 2010 by matheus
Como estudante, sei que meu “trabalho” e o tempo que terei na universidade são para eu me preparar para o futuro. Mas nessa fase o futuro é muito incerto, e é tão difícil se preparar para ele quanto prevê-lo. Mas vamos tentar fazê-lo. Dez anos é muito tempo. E em tanto tempo, muita coisa pode mudar. Mas eu imagino que em dez anos, bem, depois de cinco de universidade, com cinco de mercado eu já me imagino com um emprego razoavelmente fixo na minha área, ou caminhando em direção a um. E também espero não parar de estudar.
Com o mercado concorrido de hoje em dia, uma pós-graduação é importante e eu gostaria de ter uma, mesmo concorrendo trabalho com estudo. Mas esse futuro emprego também é uma dúvida.
Como ainda não escolhi o caminho da engenharia que vou seguir, não tenho certeza do que estarei fazendo. Por isso, ainda não consigo me imaginar trabalhando em projetos de aviões ou carros, componentes elétricos ou simplesmente servindo café para os meus superiores.
Agora vamos sair um pouco da área acadêmica e de emprego e vamos para os hobbies. Tento me convencer, mas imagino que daqui a dez anos ainda estarei usando meu computador e meu videogame; também espero não deixar a guitarra (até sonho em talvez, um dia, cursar uma faculdade de Música, assim como Animação Gráfica).
Mas não serei o mesmo de hoje; estarei amadurecido pela faculdade e pelo trabalho, e talvez não terei contato com as mesmas pessoas de hoje – espero mantê-lo, mas quem sabe…
@__fern
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agosto 4th, 2010 by matheus
Nas últimas férias de verão, em dezembro passado, li O Senhor dos Anéis. É uma leitura e tanto: um monstro de quase mil e duzentas páginas. Mas desde o começo (aliás, desde antes, por ter visto os filmes) eu adorei a história.
E depois de lê-lo, comecei a ter vontade de pesquisar mais obras do mesmo autor, J. R. R. Tolkien, que acabou virando meu autor favorito. E um dos últimos livros que li foi O Hobbit, que na história, viria antes de O Senhor dos Anéis. Tomarei cuidado para não revelar muito do enredo.
O Hobbit conta a história do tio de Bilbo, Gandalf, o mago (que está em O Senhor dos Anéis), e 13 anões (não os anões a que estamos acostumados, e sim os baixos e largos anões de Tolkien) em uma busca de vingança e restauração de um reino longínquo.
Apesar do clima tenso, já que no final do caminho não havia nada mais que um poderoso dragão (que roubou os tesouros de tal reino), a história é bem-humorada e divertida. Sempre fui um fã de Gandalf, mas Bilbo, “pequeno e de pés peludos”, também se tornou um dos meus personagens favoritos ao longo da história, sendo recrutado como “ladrão” do grupo mas sem ser um ladrão, e aprendendo no caminho a ser um.
Recomendo aos que gostam desse tipo de história que leiam esse livro e pesquisem sobre a mitologia de Tolkien, que é muito rica e bem trabalhada e pela qual realmente desenvolvi uma espécie de adoração. E aos que já conhecem e gostam, não se esqueçam que a série de filmes de O Hobbit está prevista para 2012.
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julho 28th, 2010 by matheus
A hora de parar de estudar e relaxar é fundamental porque ninguém agüenta passar o tempo inteiro estudando. E o que é melhor para se fazer nesses momentos? Claro, depende de cada um, mas algumas coisas são comuns a todos.
Ir com os amigos ao shopping é sempre bom; comer em algum restaurante, assistir um filme, ou simplesmente ficar andando por aí. Sempre é relaxante, divertido, e engraçado.
Mas no final das contas, cada um tem o seu hobbie. No meu caso, bom, há vários, e até entre eles é difícil dividir o tempo; mas por sorte estão todos num mesmo lugar: no meu quarto.
Tocar guitarra, ler e ficar no computador, sendo que esse último também abrange vários outros hobbies. Quanto ao primeiro, eu toco faz mais ou menos três anos, e apesar de não estar mais fazendo aula, eu gosto de aprender uma música ou outra de vez em quando.
Sobre ler, ando lendo os livros de JRR. Tolkien, que se tornou meu autor favorito. E o último, o computador: todos sabemos que há uma infinidade de coisas para se fazer, para se aprender, para se descobrir, mas o que me ajuda a relaxar mesmo é reclinar a cadeira, entrar no MSN e conversar enquanto vago pela internet e ouço música.
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julho 21st, 2010 by matheus
Ah, férias de julho. Aquele mês em que você para de estudar e passa o tempo todo sem fazer nada. Ou deveria ser assim, quando não está no terceiro ano. O problema é que, às vezes, acaba sendo assim.
Ok, deixe-me explicar. Desde o começo do mês, estou tentando tirar um tempo do meu descanso para estudar (exatamente o contrário do que eu andei fazendo o resto do ano). O problema é que parar de estudar e fácil, e parar para estudar é difícil.
E como eu vou passar metade do mês viajando, receio que essa metade esteja chegando e eu não tenha estudado praticamente nada. Mas voltando de viagem eu vou começar a estudar.
Espero repor o tempo que perdi não estudando nas férias, estudando ainda mais no segundo semestre.
Então vou aproveitar a oportunidade de publicar esse texto no blog para pedir a todos aqueles que já passaram por isso, que me aconselhem. Àqueles que estão passando por isso, dividam suas situações. E principalmente àqueles que ainda vão passar por isso, tentem não fazer o mesmo que eu.
Por mais que eu ainda não tenha percebido as conseqüências disso, sei que elas não serão boas, então não recomendo.
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julho 6th, 2010 by matheus
A modéstia conta muito na hora de falar desse assunto. Como escolher uma carreira quando praticamente todas estão disponíveis, quando se vai bem em praticamente todas as matérias e não se tem uma preferência muito definida por nenhuma?
Eu me sentia assim em um passado recente, mas depois de pensar muito acabei me decidindo que Exatas era a minha área. E dessa maneira decidi também que minha carreira era a de engenharia. Mas esse é outro grande problema. Qual engenharia?
A lista de cursos de engenharia que existem no país é imensa. Claro que as opções diminuem levando em conta as faculdades que eu quero prestar, mas ainda assim é difícil.
Engenharia mecânica ou mecatrônica? Elétrica, entre as muitas que estão lá? De produção? Civil, como o meu pai? O mercado está aberto a profissionais de todas essas áreas e elas são muito parecidas. É preciso muito para se decidir com certeza por apenas uma.
Nessa escolha pela engenharia, aparentemente, eu tenho total apoio de minha família. Talvez ser filho de um engenheiro influencie, mas eu não deixei isso influenciar a minha própria escolha, principalmente porque eu conheço o trabalho do meu pai e não consigo me imaginar fazendo-o nem por uma semana.
Meu futuro como engenheiro também é incerto, mas sempre se pode sonhar alto. Sei de uma prima um pouco distante que fez Engenharia (não me lembro qual) e foi trabalhar na Volkswagen, na Alemanha, antes da conclusão do curso. Parece bom, não? Só espero que comigo também acabe assim.
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junho 15th, 2010 by matheus
Com certeza, escolher a faculdade onde se vai estudar é muito importante. Como a própria decisão da carreira, a instituição irá influenciar muito na vida profissional e no mercado.
A primeira opção é sempre a USP. Não com o objetivo de fazer propaganda porque não é necessário, mas ela é considerada a melhor faculdade do Brasil, tem o maior prestígio. E os cursos são bons. E de graça.
É o objetivo de todo aluno, e na Engenharia, profissão que escolhi, a USP é muito respeitada, então continua sendo a primeira opção, talvez por ter sido convencido disso durante toda minha vida escolar, ou talvez por querer realmente fazer a dita melhor faculdade do país.
E é claro que isso também envolve o orgulho, a satisfação, a conquista. Mas a USP não é a única, a gente sabe. Meu pai fez Engenharia Civil no Mackenzie e hoje é um profissional de sucesso. Além do Mackenzie, a Mauá é outra que passa pela minha cabeça. O curso também é muito bom, e a localização não é um problema.
Nada está decidido. Ainda vou pesquisar muito, conversar com alunos, ex-alunos, professores e finalmente decidir. O mercado de trabalho é difícil, mas se a gente escolher uma facul com critério, as portas vão se abrir. É o que muitos dizem, e é o que eu espero.
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