Vão-se os dedos e ficam os aneis
Nas últimas férias de verão, em dezembro passado, li O Senhor dos Anéis. É uma leitura e tanto: um monstro de quase mil e duzentas páginas. Mas desde o começo (aliás, desde antes, por ter visto os filmes) eu adorei a história.
E depois de lê-lo, comecei a ter vontade de pesquisar mais obras do mesmo autor, J. R. R. Tolkien, que acabou virando meu autor favorito. E um dos últimos livros que li foi O Hobbit, que na história, viria antes de O Senhor dos Anéis. Tomarei cuidado para não revelar muito do enredo.
O Hobbit conta a história do tio de Bilbo, Gandalf, o mago (que está em O Senhor dos Anéis), e 13 anões (não os anões a que estamos acostumados, e sim os baixos e largos anões de Tolkien) em uma busca de vingança e restauração de um reino longínquo.
Apesar do clima tenso, já que no final do caminho não havia nada mais que um poderoso dragão (que roubou os tesouros de tal reino), a história é bem-humorada e divertida. Sempre fui um fã de Gandalf, mas Bilbo, “pequeno e de pés peludos”, também se tornou um dos meus personagens favoritos ao longo da história, sendo recrutado como “ladrão” do grupo mas sem ser um ladrão, e aprendendo no caminho a ser um.
Recomendo aos que gostam desse tipo de história que leiam esse livro e pesquisem sobre a mitologia de Tolkien, que é muito rica e bem trabalhada e pela qual realmente desenvolvi uma espécie de adoração. E aos que já conhecem e gostam, não se esqueçam que a série de filmes de O Hobbit está prevista para 2012.

